segunda-feira, 30 de maio de 2011

Uma Forma de Abrir Portas!!!

Chegar a um empregador com a experiência profissional em branco no currículo é um entrave na conquista por uma vaga. Por isso, além de ajudar no orçamento familiar desses adolescentes, em sua maioria carentes, a lei do jovem aprendiz ainda é importante para a sua inserção no mercado.

– Esses jovens chegam aqui muito tímidos, teve um que, de nervoso, só ria. Quando eles saem daqui estão amadurecidos para o mercado – conta Brígida Ferraz, coordenadora de gestão de pessoas da Universidade Católica de Brasília.

Além de formar profissionais com a filosofia da organização, ter jovens aprendizes pode ser bom para a imagem da empresa. É o que indica o consultor Fernando Montero.

– Hoje, existe a preocupação do consumidor em apoiar instituições com responsabilidade social, e ter um programa de aprendiz é excelente para que essa empresa seja bem-vista no mercado.

Para incentivar os empresários a não só cumprir a lei, como aumentar suas cotas de menores aprendizes, o Ministério do Trabalho está estudando um selo que a empresa com jovens aprendizes poderá utilizar para divulgar o trabalho.


O que diz a Lei n º 10.097/2000

> Conhecida como lei do
aprendiz, prevê que de 5% a 15%
do quadro de funcionários de uma
empresa, cujas funções necessitem de qualificação
profissional, seja composto por jovens
de 14 a 24 anos frequentando a escola.

> Além disso, determina como dois
anos o tempo máximo de permanência
do jovem e a carteira assinada.


FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2724559.htm

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ata Nº 04 Reunião Plenária do Fórum Gaúcho da Aprendizagem Profissional

No dia onze de maio do ano de dois mil e onze, no auditório da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado do Rio Grande do Sul – SRTE/RS, em Porto Alegre, reuniu-se a o Fórum Gaúcho da Aprendizagem Profissional. As instituições presentes a esta plenária encontram-se listadas no final da presente ata. A coordenação da reunião coube à Auditora Fiscal do Trabalho Sra. Denise Natalina Brambilla Gonzales, representando a SRTE/RS, assessorada pela Sra. Raquel Franzon, membra da equipe de coordenação e representante do SENAC. O Sr. Heron de Oliveira, Superintende Regional do Trabalho e Emprego abriu à plenária, agradecendo a presença de todos. Comentou sobre o amadurecimento do trabalho do grupo e do tema da aprendizagem. Salientou a ideia de se ter um evento voltado para os Jovens, pois como a aprendizagem os envolve é justo criar um espaço para a manifestação deles também. Comentou sobre o sucateamento do Ministério do Trabalho que vem acontecendo ao longo dos últimos anos. Na sequencia a Sra. Denise Brambilla passou os trabalhos para condução da colega Raquel. Raquel realizou a apresentação da pauta e deu inicio a discussão dos assuntos. Sobre a construção da pauta, informou-se aos presentes que qualquer participante pode incluir assuntos no início da reunião para a reunião em questão, ou no final da reunião para a próxima reunião. Na sequencia a Sra. Raquel solicitou aos novos membros que se apresentassem. Foi novamente lembrado que a plenária buscará iniciar os seus trabalhos no horário previsto para início e término, tendo-se também em vista, que essa foi uma manifestação dos membros no diagnóstico realizados em plenária anterior. O próximo assunto tratado foi sobre a Lista de Espera de Jovens para realizar a aprendizagem. Esse assunto foi levado a plenária para verificar se as instituições formadoras tinham lista de espera e a maioria sinalizou que tem essas informações. Comentou-se sobre a ideia de que as instituições possam definir e tornar público um número de telefone e um e-mail para contato quando essas informações forem necessárias o que facilitaria as ações dos Ministério do Trabalho. A ideia é deixar públicas essas informações no portal, no blog e em outros meios que se julgar necessário. Na sequencia foram apresentadas as próximas datas das audiências públicas, sendo que dia dezoito de maio será realizada Audiência Pública do Setor de Vestuário e Indústria de Calçados, dia vinto e cinco de maio acontece a Audiência Pública em Vacaria e no dia primeiro de junho a audiência pública com os Escritórios de Contabilidade. Sobre a Audiência Pública do Setor Contábil o Sr. Giovani Bolzoni, representante do SENAR, sugeriu que se pense na possibilidade de audiências pelos Conselhos Regionais de Contabilidades – CRC, o que poderia ter uma abrangência de público maior em termos de profundidade. Em relação a continuação das ações propostas no diagnóstico do grupo apresentou-se a sugestão de que no início de cada plenária uma instituição apresente o trabalho que vem desenvolvendo pelo Programa de Aprendizagem. Solicitado que as instituições interessadas enviassem uma síntese do que estarão apresentando ao e-mail da coordenação (maididalri@setrem.com.br) apenas para ciência e definição do cronograma de apresentação das instituições. Essa atividade passa a ser desenvolvida no mês de julho, em função de que para junho se terá uma pauta que já envolve a participação do Sistema S. Os dez itens sugeridos para serem abordados pelas instituições são: a) Instituição, b) Cursos Oferecidos (curso e a estrutura), c) Número de Jovens Atendidos, d) Perfil dos Jovens, e) Proposta dos Programas, f) Diferenciais, g) Segmento Atendido, h) Maiores Dificuldades, i) Espaço Aberto, j) Pessoas Responsáveis. Novamente foi levantada como sugestão a retomada das visitas entre as instituições formadoras envolvidas, mas não se definiu forma de condução ou datas para isso. Lembrando que as proposições que estavam sendo apresentadas aos presentes tem origem no levantamento escrito que foi realizado em plenária anterior, foi apresentado a sugestão de se realizar Encontros ou eventos específicos, ou seja, com públicos direcionadas, como por exemplo: para os Próprios Jovens Aprendizes, visando também coletar as ideais e percepções deles. (essa proposta conforme manifestação do próprio superintende foi bem aceita também pelo Ministério do Trabalho e Emprego). Além dos jovens outros públicos sugeridos foi para as pessoas que coordenam os programas e que atuam como instrutores junto aos mesmos. Na sequencia foi repassado aos presentes o contato da Ana Lúcia Alencastro que passa a ser referência em Brasilia para as instituições que estão com processos em andamento, o fone de contato da Ana é (61) 3317 6543 e o seu e-mail de contato: ana.alencastro@mte.gov.br. Após a apresentação dos assuntos elencados pela coordenação a palavra ficou a disposição dos presentes para suas considerações. A Sra. Haidê Allegretti Venzon comentou sobre o trabalho do Fórum Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente – MDCA e do FORMAP – Fórum Municipal da Aprendizagem Municipal. Necessidade de criar um projeto de vida com esses jovens, para eles pensarem que isso é possível. A pessoa representante do Hospital Mãe de Deus precisa de dois jovens para atuar e não tem, pois o SENAC apenas irá abrir turma para o próximo ano. Santa Casa de Porto Alegre precisa jovens e o problema maior é a mensalidade que como instituição sem fins lucrativo precisa pagar, pelo fato de não recolher o PIS/PASEP. A representante do Grupo Reviver em sua fala comentou sobre a situação de jovens que são abandonadas que não tem acesso a esses programas. Foi esclarecido que é necessário que os jovens atendam alguns requisitos para participar do processo de aprendizagem e, que nem todos os problemas oriundos de lacunas sociais e educacionais conseguiram ser sanados pelos programas de aprendizagem. Nesse momento também foi falado sobre a diferença de funções operacionais e profissionais e, da dificuldade dos jovens quererem hoje se qualificar em atividades operacionais. Foi levantado entre os presentes dúvidas em relação à publicidade que estava sendo realizada por empresas de varejo anunciando sobre vagas para Jovens Aprendiz. A Sra. Denise Brambilla informou que isso deve ser empresas que estão divulgando o processo em função de terem sido autuadas. Foi solicitado os assuntos que os presentes teriam para a próxima pauta e, definido os seguintes focos para a plenário de julho: Apresentação por parte do Sistema S de informações que visem atender uma solicitação que foi constatada como importante por membros do fórum em função das manifestações escritas nos diagnósticos já realizados, qual seja: Entendimento do papel do Sistema S e do processo de gestão dos seus orçamentos referente aos recursos destinados à aprendizagem profissional. A Sra. Denise Brambilla irá solicitará ao Sr. Heron (superintendência) para que as instituições tragam para essa data o item levanto em plenário. As instituições convidadas serão SENAC, SENAI, SENAR, SESCOOP e SENAT. As demais proposições de pautas foram as seguintes: - Como sensibilizar e fortificar a rede social do jovem aprendiz (Escolas, CRAS, Clubes de Mães) - Solicitação de fazer audiência pública com os diretores de escola. - Peneira dos jovens inclusos: limita idade, limite valor vale transporte (Sugestão de pauta apresentada pelo Mesquita). Para as próximas plenárias ficou como sugestão de pauta ainda: Necessidades de se definir o Perfil do Nosso Aprendiz e analisar como isso cerceia os cursos oferecidos, as necessidades das empresas quantos as funções operacionais e profissionais hoje existentes no mundo do trabalho para jovens trabalhadores. Sendo esses os assuntos tratados, a presente ata foi encerrada por mim, Maidi Terezinha Dalri, que secretariei os trabalhos desse dia.
Lista dos presentes na reunião plenária no 04/2011 de 11/05/2011

REPRESENTANTE

ENTIDADE

Ana Paula Alves

Associação Reviver - Canoas

Angelita Catarina M. Pereira

Escola Técnica Mesquita

Cintia T. Pelufa

Calabria - POA

Denise Natalina Brambilla Gonzales

SRTE/RS

Elenice de Freitas Lima

Hospital Mãe de Deus

Elisabete Freitas

FETRABALHO

Estella Maris Dutra

Grupo Hospitalar Conceição

Fabiane Theobald

CIEE-Centro de Integração E.E

Gilberto Rocha de Freitas

Sociedade Educação e Caridade - SEC

Giovani Balzoni

SENAR/ RS

Haidê Allegretti Venzon

Movimento pelos Direitos da Criança e do Adolescente - MDCA

Heron de Oliveira

Superintendente do MTE/RS

Jair Souza

Federação das Santa Casas do RS

Joice Lopes da Silva

Instituto Cultural São Francisco de Assis

José Luiz Costa Neto

Mov. Pelos Direitos da Criança e do Adolescente

Luciano Araujo dos Santos

FOCO - GM do Brasil

Magda Vargas Barros

SENAI-RS

Maidi Terezinha Dalri

SETREM/Rede Sinodal

Marcia Batris Broc

CESMAR - USREE

Marcos Jaboski

Fundação Pão dos Pobres de Stº Antônio

Margaret Garcia da Cunha

FETRABALHO

Miguel Roberto Felberg

Instituto Federal de Educação , Ciência e Tecnologia Sul-Rio-grandense

Paula de Oliveira Schöning M.

Pequena Casa da Criança

Raquel Franzon

SENAC/RS

Rogério Borges Siqueira

Sind. Dos trabalhadores nas Ind. Do Fumo, Alimentação e Afins de Venâncio Aires

Samira Vasconcelos Pinto

ISBET-POA

Sandra Vieira

SENAR/ RS

Simone Ledesma de Quadros

Fundação Projeto Pescar

Vera Machado

Murialdo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Plenária do Fórum Gaúcho da Aprendizagem Profissional

Acontece no dia 11 de maio de 2011,às 14h a quarta plenária anual do Fórum Gaúcho de Aprendizagem. A reunião será no Auditório da SRTE - Av. Mauá, 1013 - Centro - Porto Alegre.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ata Nº 03/2011 Reunião Plenária do Fórum Gaúcho da Aprendizagem Profissional

No dia treze de abril do ano de dois mil e onze, no auditório da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado do Rio Grande do Sul – SRTE/RS, em Porto Alegre, reuniu-se a o Fórum Gaúcho da Aprendizagem Profissional. As instituições presentes a esta plenária encontram-se listadas no final da presente ata. A coordenação da reunião coube à Auditora Fiscal do Trabalho Sra. Denise Brambilla, representando a SRTE/RS. A Sra. Denise Brambilla iniciou os trabalhos agradecendo a presença de todos e apresentando a pauta da plenária. Como de costume, os novos participantes foram convidados a se apresentarem. Na sequência foi apresentada a Nota Técnica 109/2011/DMSC/SIT, que discorre sobre a necessidade de que as empresas que efetuarem a cotização de jovens durante o curso, tem a obrigatoriedade da remuneração retroativa a esses jovens, desde o período definido como inicial pelo curso de aprendizagem em questão. O segundo assunto abordado foi conduzido pela Sra. Ana, que apresentou esclarecimentos sobre cursos de aprendizagem para pessoas com Deficiência, trazendo inclusive alguns relatos para os presentes. O próximo assunto tratado foi: Indicadores sobre a Aprendizagem. A Sra. Denise apresentou dois conjuntos de indicadores, um oriundo do CAGED e outro do controle da própria fiscalização sobre a inserção de cotistas nos programas de aprendizagem (contratos de aprendizagem formalizados) e também os jovens inseridos mediante ação fiscal. Na sequência foi apresentado o trabalho iniciado no último mês de sistematizar as informações referente as participações das instituições no Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional e conversado sobre a necessidade dessas informações serem analisadas, acertadas, pois como muitas delas foram informadas em escrita cursiva, não se tem certeza se o entendimento de quem as digitalizou está correto, o que pode estar gerando dificuldades na circulação de informações. Serão encaminhadas ações para que ao longo do ano se consiga sistematizar de forma ainda mais eficiente as informações, agilizando o processo de comunicação e interação dos envolvidos. Foi apresentado na sequência o resultado do diagnostico realizado na reunião anterior, de forma geral, sem a supressão de nenhuma informação ou contribuição. Socializado que a partir da próxima reunião, essas informações coletadas serão agrupadas e gerarão propostas de trabalho, dando o norte para continuidade dos trabalhos. A Sra. Denise Brambilla comunicou sobre as datas das Audiências Públicas agendadas e convidou a todos para se fazerem presentes nas mesmas, na medida do possível. As datas estão agendadas para dia 18/05 – 14h - Auditório MTE – Vestuário e Calçados – Todo o estado, 25/05 – 18h30min – Vacaria, 26/05 – 14h - Auditório MTE – Contadores. Nos assuntos gerais retomou-se o assunto relativo ao CBO a ser informado para o Jovem aprendiz e, no decorrer das diversas participações, apresentou-se a sugestão da criação de um CBO próprio para o Jovem Aprendiz um digito específico para identificar se é aprendiz. A Sra. Denise Brambilla solicitou aos presentes que efetuem uma análise da capacidade e projeção de turmas e estudantes que as instituições pretendem implantar ou continuar de Aprendizagem Profissional. Foi sugerido pela Sra. Maidi Terezinha Dalri a possibilidade de realizar uma audiência pública com Diretores de Escolas Públicas da Educação Básica, para que eles possam informar e esclarecer aos estudantes sobre a Lei da Aprendizagem. Foi sugerido ainda que se crie uma comissão dentro do Fórum para realizar uma audiência com a Secretaria de Educação e com a Secretaria do Trabalho, pois segundo os presentes o estado também precisará estar presentes nessas discussões. - Consultório de Rua: quer apresentar a proposta de trabalho para o Fórum. Será apresentado primeiro para a coordenação e posteriormente para a plenária, no mês de maio. Sendo esses os assuntos tratados, a presente ata foi encerrada por mim, Maidi Terezinha Dalri, que secretariei os trabalhos desse dia.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Um Programa Bom para Todos!!!

Apostar nos jovens aprendizes não só melhora a imagem da empresa como pode formar profissionais com a identidade da organização
Aplicação sem riscos. Essa era a certeza que o Banco do Brasil tinha quando resolveu ampliar seu Programa Aprendiz. O investimento é tão seguro que o resultado foi a formação do atual presidente da instituição: Aldemir Bendine, 45 anos. Por isso, o banco prevê ampliar o projeto para 5,4 mil adolescentes, ou seja, 1.080 vagas a mais para jovens de 14 a 24 anos de todo o país. Um investimento de R$ 114 milhões.

– Toda vez que vejo um jovem aprendiz, me passa um filme pela cabeça – recorda-se Bendine, que entrou na instituição aos 14 anos.

Com 30 anos de Banco do Brasil, foi aprendiz, é enfático em afirmar que o banco construiu seu caráter.

– A forma como penso hoje tem a ver com o que eu aprendi no banco: a organização, a noção de administração vêm da minha vivência aqui.

Sua história é reflexo para jovens aprendizes como Edvânia da Silva Souza, 17 anos, estudante de letras que responde timidamente que, “se der, quero chegar à Presidência”. Mas abrir as portas da organização para jovens sem experiência profissional é um desafio que nem todas as empresas querem enfrentar. Edvânia tem dois anos de projeto e já sentiu a diferença.

– Comecei tímida, tinha medo de perguntar e fazer as coisas. Hoje, me sinto preparada para o mercado de trabalho – conta a jovem.

Iniciativa pode ajudar a descobrir jovens talentos

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), se a Lei do aprendiz fosse cumprida, isto é, se pelo menos 5% dos funcionários da empresa fossem jovens aprendizes, o Brasil teria um 1,2 milhão de oportunidades para esse público. Número bem maior do que as reais vagas existentes: 165 mil. A meta do governo é que 800 mil jovens estejam no programa até 2010. Porém, de 2008 para cá, apenas 34.425 vagas foram criadas.

– Esse número só vai aumentar se o Ministério do Trabalho realmente fiscalizar as empresas e disseminar essa lei entre elas – argumenta Fabiana Kuriki, articuladora da Lei do Aprendiz da ONG Atletas pela Cidadania.

– Por enquanto, nossa preocupação não é só com os números, mas com a qualidade desses números – justifica Felipe Augusto Teixeira, coordenador-geral de preparação e intermediação de mão de obra juvenil do MTE.

Um dos motivos para a falta de adesão à lei é o acompanhamento que empresa deve fazer dos jovens. Toda empresa deve ter um gestor responsável, o que dificulta a participação. Além disso, a organização terá responsabilidade na formação do aprendiz.

– São pessoas em época de construção de caráter, por isso, se a empresa não for ética, esse jovem pode se frustar com o significado de trabalho – afirma o professor Vicente Faleiros, da Universidade de Brasília e da Universidade Católica de Brasília.

Investir em jovens aprendizes pode ser sinônimo de aposta em bons profissionais futuros. É o caso de Sthephany Aguiar, 20 anos, que começou como aprendiz em uma universidade e subiu de cargo.

– Se eu não tivesse entrado no programa, com certeza não estaria aonde estou – conta a ex-jovem aprendiz, que atualmente trabalha nos recursos humanos da universidade e cursa administração na mesma instituição.

CORREIO BRAZILIENSE


Endrigo da Silva, 22 anos, participou do Programa Aprendiz em 2003
Quando eu estava concluindo o Ensino Médio, ingressei no programa e foi muito importante para o meu ingresso no mercado de trabalho. Optei pelo curso automotivo de aprendizagem, mas durante o processo aprendi muito mais do que a técnica.
Além de metolologia, desenho de peças, sistema elétrico, somos ensinados a como nos portar no ambiente de trabalho e noções sobre o mercado.
O programa é muito valorizado, e em um mês após tê-lo concluído eu já consegui um emprego. Depois fiz um curso técnico de automobilística no Senac e, aos poucos, estou me destacando na carreira. Hoje sou conselheiro técnico de uma concessionária e ainda pretendo fazer uma graduação em engenharia mecânica ou mecatrônica para crescer mais.”



FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2724558.htm

 
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